Zumbi Olé – Jogo Grátis [Mobile]

21 de abril de 2016

Transcrição:

Matar zumbi é fácil, eu quero ver é dar um olé. E é por isso que eu trouxe o desenvolvedor desse jogo lindo que vocês estão vendo aí. Querido convidado, diga aí quem é você e de que lugar da internet você vem.

Meu nome é Raul Tabajara, eu sou sócio-fundador da Carranca Games e a gente produziu esse jogo aí, o Zumbi Olé.

Pois é, cara. Estava eu lá na Comic Con Experience, até que eu acho aquela ala ali indie bastante humilde, mas bem interessante, né? Com muito jogo legal lá. E esse jogo chamou a atenção por essa proposta totalmente original, diferente do que a gente já viu, né? Que muita gente já desgastou para caramba de zumbi, não consegue ver mais zumbi na frente, e vocês ainda conseguiram pegar isso e fazer uma fórmula original, cara. Raul, eu vou te dar o microfone agora. Fala um pouquinho, apresenta o seu jogo aí pra gente.

O Zumbi Olé, ele é um jogo que a gente tinha pensado nele já faz muito tempo. Na verdade, essa ideia veio quando a gente estava assistindo The Walking Dead. Estava eu e um amigo meu conversando e a gente estava falando sobre zumbis, né? Porque é natural você em roda de nerd comentar sobre zumbis. Eu falei para eles assim: “Olha, esses zumbis The Walking Dead, eu acho que se o roteirista fosse um pouco melhor, o mundo já teria se livrado, porque são os zumbis bestas. Quer dizer, você pode dar olé neles que eles não vão te matar. É só você dar um olé qualquer ali, passar por baixo, dar uma porrada por trás e já era. Então acho que em 2, 3 anos a infestação acaba”. E foi numa dessas conversas que eu falei isso. E na hora que eu falei isso, a gente já começou a brincar, né? Tipo: “Ah, bacana, mas dar um olé como nesse zumbi? Tipo, pegar uma bola de basquete e dar um olé?”. O zumbi The Walking Dead é americano e aí na hora a gente pensou o olé de basquete, né?

E a gente já estava produzindo outro jogo ainda. A gente estava produzindo o Kaiju Infestation. Fazia uns 2 anos que a gente teve essa conversa. Passou o Kaiju Infestation, a gente lançou o jogo e a gente pensou: “Pô, vamos fazer um outro jogo? Vamos. Que jogo? Pô, vamos fazer aquele que a gente estava pensando, Zumbi Olé? Dando olé com basquete. A gente podia fazer em realidade aumentada, a gente montava um pauquinho de uma quadra de basquete, a pessoa apontava”. E a gente desistiu dessa ideia porque realidade aumentada… a gente, apesar do jogo Kaiju ter feito bastante sucesso por ser realidade aumentada, as pessoas pouco estavam o procurando por demandar dessa questão de precisar de um tabuleiro, precisar de um celular especial, ter que imprimir. Então as pessoas não estavam baixando. Então a gente desistiu dele, começou a fazer outros projetos. Conversa vai, conversa vem, anos passam, a gente se encontrou com o pessoal da Trixster e aí, mais especificamente, eu e o André começamos a papear, falou assim: “Pô, um dia a gente podia fazer um jogo junto”. Aí eu falei para ele: “Pô, tem um jogo que está parado aqui que a gente nunca fez, a gente gosta da ideia, mas a gente nunca parou para produzir um game document dele, uma coisa mais certinha, tal. Eu tenho só um personagem aqui meio modelado, que era uma ideia principal”. Aí ele: “Me mostra”. Aí eu mostrei para ele o game document que eu tinha feito, um primeiro planejamento. Ele falou: “Cara, que ideia muito louca! Vamos fazer?”. Eu falei: “Olha, vamos, né? Mas a questão é que a gente está sem dinheiro, a gente tem que produzir isso paralelo ao nosso trabalho”. “Não, não, não, vamos! Confio nessa ideia, gosto do seu trabalho, vamos lá!”. E aí eu e o André começamos na loucura a fazer o Zumbi Olé, refinamos um pouco mais todo o gameplay e foi isso, cara. Foi assim que nasceu o jogo Zumbi Olé.

Ah, cara, muito legal! E vocês estão de parabéns pelo jogo, tá? Falar sobre direção de arte e tal dispensa, né? As pessoas já estão vendo aí no gameplay que é um jogo muito lindinho, cara. Eu adoro esse 3D mais simplificado assim, mas que ainda é muito rico em detalhes, né? Você vê ali os carrinhos no fundo, bem bonitinho. E a jogabilidade em si é muito bem pensada para a tela de toque. Sempre quando a gente vai pensar em jogabilidade em tela de toque é sempre um tabu, né? Você tem um milhão de alternativas de como fazer o seu personagem simplesmente andar e eu acho que vocês acertaram muito bem, né? De realmente dividir a tela em dois, do lado esquerdo você tem a movimentação. É sempre bem legal quando a gente se depara com um jogo mobile que consegue fazer uma jogabilidade tão interessante assim usando a tela de toque. E ele é completamente gratuito, cara! Ele tá saindo para que plataformas?

Mas em primeiro momento, iOS e Android. Daqui a pouco a gente vai fazer um port para o Windows Phone, mas eu não vou dar uma data porque a gente precisa ter um Windows Phone aqui com a gente e fazer alguns testes em termos de loja. Então, o Windows Phone não temos certeza, talvez em 2 meses aí a gente lança para o Windows Phone. Mas o iOS e Android já tá lançado já.

Então não perca, o link tá aí na descrição, cara. É ideal para você jogar naqueles pequenos minutinhos de procrastinação. Eu tô jogando faz tempo aqui já, me divertindo horrores, e você tem que jogar Zumbi Olé!

Olha, eu achei um jogo de uma proposta extremamente criativa. Eu acho que ele pega conceitos que já existiam em outros jogos mobile, por exemplo, né, e consegue colocar isso numa roupagem totalmente diferente do que a gente tá acostumado, brincar com uma coisa que é um clichê, que é o futebol no videogame, mas ele faz isso de um jeito extremamente inovador. Recomendo para todo mundo, é um ótimo jogo.

Descrição do Vídeo

Android:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.trixter.zombiedribble

Iphone: https://itunes.apple.com/br/app/zombie-ole/id1027817194?l=en&mt=8

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Ballad of Burning Squirrel (Super Meat Boy)
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Thank you mr. Danny Baranowsky

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