#344 – Penumbra + Thaís do Ping Baixo
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Transcrição:
Kiliano Lopes: Sempre quando eu converso com alguém que acompanha o canal, eu sempre acabo tocando no assunto sobre jogos de terror e às vezes surgem assuntos como Outlast, Slenderman, até mesmo Amnesia. Só que eu não não poderia falar desses jogos sem falar do game que eu tô falando aqui hoje. E eu trouxe um convidado, um convidado especial que tá aí para jogar os jogos de terror, que eu não tenho culhões para jogar. Ah, querido convidado, diga aí quem é você e de que lugar da internet você veio.
Thaís: E aí, meu nome é Thaís, eu tenho um canal no YouTube chamado Ping Baixo.
Kiliano Lopes: E o Ping Baixo é um excelente canal de gameplay, eu convido vocês a darem uma olhadinha lá no canal da Thaís. Tem uns joguinhos bem legais por lá, ela faz um gameplay de Fatal Frame, The Dig. Ah, uns jogos bem fora da curva, bem interessante. Dê um pulinho lá, não deixe de conferir. E eu vou falar hoje sobre o Penumbra. Penumbra é um dos jogos mais importantes que eu já tive a honra de apresentar aqui por ele ter revolucionado um gênero, né? Ele ter conseguido reviver os jogos de horror. Ele é do mesmo desenvolvedor do Amnesia, eh muitos de vocês já conhecem o Amnesia, né? O Penumbra vem antes dele e ele é um dos grandes responsáveis por trazer de volta o gênero de horror por aí, então agradeçam a Penumbra por esse novo Silent Hill que tá chegando, ah por Slenderman, Outlast e vários outros jogos que desse gênero. E eu vou entregar o microfone agora pra Thaís poder falar um pouquinho sobre esse jogo.
Thaís: Então, Penumbra, ele foi muito importante porque ele foi a porta de entrada do Amnesia, né? Que fez um sucesso tremendo aí, porque ele é do mesmo criador, só que ele foi feito antes. Na verdade, Penumbra são três jogos, né? Tem o Penumbra Penumbra: Overture, o Requiem e o Black Plague. Eu não sei exatamente a ordem deles, eu só eu sei que começa pelo Overture e é bem bacana, porque é a mesma engine do Amnesia e e é bem na pegada mesmo de Amnesia. Você não tem arma para poder se enfrentar os problemas que você encontrar lá, você não sabe muito bem onde você tá, você não tem amnésia como no Amnesia. Você sabe quem você é e tudo mais, mas você não sabe com o que que você tá lidando, então cria todo aquele clima pesado que te envolve de uma maneira que é realmente bem legal.
Kiliano Lopes: O bacana da história dele, que é o que mais me cativou assim, é que você se sente meio que num livro, né? Até tem bastante texto e o legal, ele tem até uma tradução para português, uma tradução eh por fãs, né, lá na na Tribo Gamer ou GameVicio, não sei qual exatamente. Eu vou deixar o link aí para vocês. Eh, que você pode jogar ele todo em português, né? Então, é muito texto e cativa demais assim, você realmente sente que tá lendo uma pegada meio de livro, né? A história começa com o protagonista no enterro do da mãe dele, né, que morreu, ele recebe uma carta do pai dele que tá morto há muito tempo, eh falando que ele precisa olhar uma coisa na Groenlândia e que só ele pode resolver isso e eu não quero estragar nada para vocês, então eu vou deixar para que vocês aproveitem esse game. Eh, inclusive, ele tem uma versão demo que vale muito a pena você dar uma olhadinha se você ainda tá em dúvida sobre o Penumbra, né? E é um jogo que tem uma jogabilidade muito gostosa, foi uma das coisas que eu mais gostei. Você também gostou, né, Thaís?
Thaís: Ah, eu gostei bastante, tipo, é o mesmo esquema, mas não sei se o pessoal jogou Amnesia, mas é basicamente a mesma coisa que Amnesia, mas é engraçado eh diferente a interação com os objetos. Por exemplo, você tem o martelo lá e para você usar o martelo, você não não é simplesmente clicar, você tem que clicar e movimentar o mouse de acordo com a direção que você quer para arrebentar uma porta ou uma madeira, alguma coisa.
Kiliano Lopes: É, ele tem a pegada também do mouse, que por exemplo, ah, você vai abrir uma porta, o que que você vai fazer na maioria dos jogos, né? Você chega no pé da porta, aperta “E” ou clica e a porta abre. Não, cara, você vai com a mãozinha ali e realmente você puxa o mouse para poder abrir a porta, você puxa o mouse para abrir uma gaveta. Parece só uma firula, mas quando a gente fala sobre um jogo de horror em que você tem basicamente que se esconder, cara, isso dá uma imersão ferrada.
Thaís: É bem legal isso mesmo, porque você tá com medo, você vai abrindo a porta, você leva meia hora para abrir uma porta, porque você vai abrindo e tentando ver o que tudo que tem dentro da outra sala muito devagar para não tomar susto, sabe? É muito legal.
Kiliano Lopes: É, e e, nossa, cara, às vezes você quer saber se tem um monstro do outro lado, se se que, cara, você vai abrindo a porta devagarinho, tentando olhar no cantinho. E, nossa, isso dá uma imersão muito ferrada. E o Penumbra, ele foi o grande responsável aí pelo é o percursor do Amnesia, né? Que foi o jogo que fez a que fez a Frictional Games eh ficar famosa, né? E graças ao Amnesia a gente tem essa ressurreição aí dos jogos de horror nessa pegada, né, no FPS. A gente viu o trailer aí do novo Silent Hills que é totalmente chupado assim dessa jogabilidade. Eh, muito legal a gente ver um jogo independente hã realmente influenciando tanto assim o os outros estilos de jogos em geral, né, o mercado triple A, o mercado independente. É bom ver eh um joguinho que nasceu assim meio descompromissado eh influenciar tanto num gênero que tava praticamente morto. Só que eh conseguiu aí ser revivido, cara, graças a é um jogo bem-sucedido, né? Ele tem uma inspiração lá no fundo do Call of Cthulhu, só que ah ele é o primeiro game assim em FPS que eu consigo ver que ele não te coloca uma arma na mão, né? Não te coloca um uma arma de fogo ali na sua cara, não te coloca uma possibilidade de contra-atacar, só você ah e um e um candelabro ali e boa sorte, cara.
Thaís: Tanto que no começo do jogo o você tá andando lá na mina, ele escuta um barulho e o personagem mesmo fala, tipo: “É bom eu tomar cuidado que eu não sou nenhum guerreiro nem nada do tipo, então eu não vou enfrentar nada, é melhor eu me esconder.” Isso é muito legal, porque você tem isso te dá mais cagaço ainda, porque você fala: “Puta, ferrou. Tá na cara que eu não vou ter nada para me defender, então você tem que ir muito na manha, muito na manha, é bem legal.”
Kiliano Lopes: É, então é isso aí, esse game é recomendadíssimo para todo mundo que gosta de uma boa ambientação de horror. Se você já jogou Amnesia e não sabe das origens, cara, Penumbra continua muito bom, vale a pena ir dar uma olhada. Eh, o jogo, ele tem uma tradução em português, então, cara, tem todos os motivos do mundo para você dar uma chance, ele tem uma versão demo para você ir ali para ver se o seu coração aguenta. Eu sou muito fraco com jogos de terror, eu estou dando uma chance. Eu vou continuar jogando, vou continuar insistindo, quase botando um ovo na cadeira, eu vou, vou continuar porque vale muito a pena, a história é muito cativante. Dê uma chance a esse jogo que mudou para sempre aí a história dos jogos de horror e você tem que jogar Penumbra.
Descrição do Vídeo
Jogue a demo Penumbra aqui:
http://www.penumbragame.com/demo.php
Jogue Penumbra aqui:
http://store.steampowered.com/sub/32031/
Conheça o canal da Thaís, Ping Baixo:
https://www.youtube.com/user/thaispingbaixo
Baixe a tradução de Penumbra para português:
http://www.gamevicio.com/i/traducao/282-penumbra-overture-para-portugues-brasil/
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Quem está por trás do 365 Indies:
Kiliano Lopes, web designer, 27 anos, Governador Valadares - MG
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