The static speaks my name – Jogo Grátis [MustPlay!]

30 de outubro de 2015

Transcrição:

The Static Speaks My Name é um jogo que conta a história de um homem que tá completamente fascinado por uma pintura. Ele é um jogo extremamente curto, você vai gastar uns 15 minutos nele ali e ele é completamente gratuito. Esse jogo é pra maior de 18 anos. É, ele não tem nenhum jumpscare, tá? Já vou alertando desde o início aqui. Então se você tem medo de jumpscare, assim como eu, você pode baixar tranquilo. Porém, ele tem uma atmosfera extremamente perturbadora e trata sobre alguns temas bastante pesados. Então se você tá passando por uma época ruim na sua vida, se você sofre de depressão ou alguma coisa assim, é, vá jogar outra coisa, tá? E como o jogo é gratuito, né? Eu vou pedir que você pause esse vídeo, vá lá no Steam, baixa, é só buscar o nome lá no Steam, ou então vá no site dos criadores, né? Você pode baixar por lá também. É, e se você quiser até pagar, colocar um valor simbólico aí, você fica à vontade pra fazer. Mas no mais, ele é gratuito pro Steam. Pause o vídeo e vá jogar.

The Static Speaks My Name é um jogo que consegue criar uma atmosfera, de início… Sabe quando tudo tá correndo bem, mas você ainda sente que tem algo muito errado ali naquela atmosfera? É o que você sente logo nos primeiros passos quando você tá jogando o game. De início, você acorda no seu quarto, tudo normal, né? Com uma mensagem positiva colada no teto, como se essa pessoa já tivesse passando por alguns problemas. E à medida que você vai andando pela casa, você vai vendo coisas muito esquisitas, principalmente ligadas à obsessão desse rapaz por uma pintura. E coisas muito estranhas, como várias televisões ligadas na estática logo na sala, as portas completamente seladas e trancadas, causa uma atmosfera de que algo está acontecendo extremamente errado ali, enquanto você faz tarefas do seu cotidiano, como toma café da manhã, vai no banheiro, come seus camarões de estimação porque não tem nada na sua geladeira, até que no meio dessas tarefas cotidianas você começa a entender a mensagem que ele quer te passar, né?

Além dessa atmosfera totalmente bizarra que ele te coloca, ele sabe te contar uma mensagem pelo ponto de vista do protagonista de um jeito bastante criativo, né? Principalmente quando acontece a parte do chat, que você tá num chat online supostamente conversando com uma pessoa e aparecem opções pra você falar. Aperte G se você quer dizer algo horrível, aperte H se você quer admitir que você viu o seu reflexo sendo decapitado por uma pá no espelho. E independente da opinião que você escolhe, você só responde “ah, eu só… nada”, sabe? Você dá respostas extremamente evasivas. E muitas vezes isso acontece com pessoas que estão passando por problemas muito sérios, como a depressão, por exemplo, né? Elas tão passando por uma barra extremamente pesada, mas simplesmente não conseguem se expressar. E quando você tá nesse chat e aí você vê que nenhum amigo, nenhum dos seus três amigos ali tão online e você se dá conta que você tá conversando com um bot, né? Que só quer o seu número de cartão de crédito, mostra ainda mais todo esse isolamento urbano que algumas pessoas sofrem.

Até que no meio das missões que vão aparecendo ali no cantinho da sua tela te dando tarefas cotidianas, aparece bizarramente a missão: decida o que você vai fazer com o homem que você tem trancado numa cela. Ah, ok. E por se tratar de um jogo de exploração, andar pelos cômodos, ver o que você tem escrito ali nas paredes realmente te ajuda a entender um pouquinho o que você tem que fazer a seguir, até que você finalmente consegue ali sacar que você tem que pegar a sua chave e ir atrás de um lugar escondido e você se depara com literalmente um homem trancado numa cela. Isso é extremamente bizarro e você vai decidir entre trancar ele ou eletrocutar a cela. E por fim, você se enforca, né, cara? É um jogo que, se você jogar realmente sem querer ver profundidade nele, ele é só uma agressão psicológica uma atrás da outra. Só que além do mais, ele consegue ainda criar várias mensagens que… Eu gosto sempre de falar que a arte depende mais de quem tá vendo do que do próprio artista, né? Muitas vezes o artista tá com uma visão totalmente simplista numa obra e as pessoas acabam colocando profundidade naquilo ali e acabam se identificando. Mas esse jogo por si só você vê que ele realmente tem várias interpretações ali. Ele tá ali principalmente pra te chocar mesmo, pra te tirar do conforto, que eu acho que é a principal função da arte, né? Que é te tirar de um ponto confortável, te fazer pensar, te fazer refletir e esse jogo consegue fazer isso extremamente bem.

E eu desejo a vocês um feliz Halloween e você tem que jogar The Static Speaks My Name.

Descrição do Vídeo

Jogue aqui The Static Speaks my Name:
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Preview: Run (Canabalt)
Divine Combat (Binding of Isaac)
Ballad of Burning Squirrel (Super Meat Boy)
Track B (Gravity Hook)
Time Donkey (100 tacos)

Thank you mr. Danny Baranowsky

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