BGS – Pixel Ripped
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Transcrição:
E nós também temos jogos em realidade virtual aqui na BGS. Eu tô aqui com a Ana. É Ana mesmo, né? É Ana. E aí, galera? Oi! Que tem um jogo bem legal aqui de VR. Ana, por favor, apresenta seu jogo pra gente.
Então, Pixel Ripped, você volta em 1989 e joga videogame na sala de aula. Nós tá levando a galera aí pra jogar Game Boy na sala de aula e o seu objetivo é completar o jogo que você tá jogando sem ser pego pela professora. Porque quando a professora te vê jogando, ela quebra a mesa, game over.
Certo. É, é um jogo que, tipo assim, a gente, eu já vi ele em outros lugares já. Tem quanto tempo que ele tá em desenvolvimento e como é que tem sido esse esse processo todo?
Eu tô trabalhando nele já tem três anos e pouco já.
É, é uma estrada, né? E você tem tido algum resultado? Porque VR é sempre, é meio nebuloso, né? A gente que costuma jogar mais em jogos de PC mesmo ou até em console, a gente não sabe exatamente como é que os nossos amigos que tão desenvolvendo jogos pra VR, como é que eles tão se saindo. Como é que tá a cena em questão independente de desenvolvimento pra VR?
Então, tá crescendo muito. Como eu tô desde acompanhando aí desde o comecinho, né? Eu tô desde 2013 que eu tenho um Oculus Rift DK1 e o jogo começou do zero, né? Desenvolvendo desde o zero pra VR. E aí eu vi várias mudanças aí. Já vieram os vários headsets aparecendo, né? Não tinha Foi aumentando. Começou engatinhando e agora tá a todo vapor. Na época, tipo, quando eu comecei em 2014 o jogo, tinha que baixar tudo, toda o plugin pra instalar do zero na Unity, trocar a câmera a câmera do jogo pra câmera de VR do Oculus, era meio complicado. Agora a Unity tá toda integrada. Você vai lá e aperta lá no player settings, lá a galera que desenvolve sabe, tem lá agora realidade Virtual Reality Support, tu pega lá, pá, marca lá a caixinha. Ajuda um pouco, ainda tem muita coisa depois disso pra fazer, mas melhorou bastante porque lá já tá integrado o Oculus, o Vive. É, o PlayStation tem a parte, né, do dev kit de tudo mais, que é um pouco mais complicado, porque é a parte de fazer pro PlayStation também, que já é um pouquinho mais complicada, mas já tá também mais integrado. A parte de desenvolvimento e design que ainda tá, né, caminhando. A gente tá aprendendo ainda porque é uma área que a gente não sabe nem pra onde vai, de tão grande, tão ampla que é, porque a realidade virtual não É um É uma mídia nova, né, que não só na área de games, mas na área de toda todas as áreas tão entrando agora. E tá abrindo portas pra muitas coisas que a gente nem consegue imaginar ainda. Então, é o desenvolvimento em si que é a parte mais challenge, né? Porque você tá Tem que pegar todas as regras aí de game design, jogar tudo por baixo e abrir sua mente mesmo pra realidade virtual, porque é outra história. UI, design de UI, tudo do game é totalmente diferente. A pessoa tá aqui, se você olhar aí a galera jogando, tem um monte de coisa acontecendo ao redor, é realmente 360 e você tem que criar tudo ao redor do player, porque ele pode tá olhando pra trás dele na hora que você mostrar uma coisa bem na frente. Então, você tem que sempre tá preocupado com o mundo ao redor e não só com a tela, uma uma tela na frente do jogador que é o tradicional, né? Um monitor, um jogo pra celular, um jogo pra PC. Então, realidade virtual realmente é desafiador, mas aí, ao mesmo tempo, é muito motivante trabalhar com realidade virtual. Quem tá aí atrás de puxar a criatividade ao limite, eu indico muito mais trabalhar com realidade virtual. É o momento certo. Tá no começo mesmo da indústria. Tá no good old times, né, que a gente vai good old days que a gente vai falar no futuro aí.
Olha, primeiro, parabéns pelo estande. Ele tá uma gracinha assim, esse climão de de sala de aula, né? Tem tudo a ver com o game. É, e o jogo em si, ele tá muito lindo. Eu tô extremamente empolgado pra colocar a mão nele. É, e eu fico feliz assim, como é que o que o meio indie tem abraçado assim realidade virtual, né? Porque é uma área que exige um Pra uma empresa triple A investir, ia existir um certo risco, porque é meio que ninguém sabe o que que vai ser o VR. É, a gente tem aí pouca iniciativa de jogos triple A, né? A gente tem o Batman VR, alguns jogos assim. E é sempre legal a gente ver assim o meio independente produzindo pra isso, né? É, principalmente por causa disso, porque tem meio que existe um certo risco de investimento que as empresas grandes têm, e o mercado independente sabe lidar muito bem quando se trata de riscos, né? Porque costuma ter um investimento baixo em questão de envolver poucas pessoas, né? Quando um jogo você envolve quatro, cinco pessoas, é diferente de você ter uma empresa triple A envolvendo ali uma equipe inteira e tem o nome dela em risco. E é legal assim quando quando o meio indie abraça uma plataforma. E o jogo de vocês, ele é uma uma prova disso, sabe? Não tem como você não ver um um gameplay dele, alguma coisa assim, e não não encher os olhos e não ficar empolgado, querer experimentar de alguma forma. É, e esse feedback que você passou é sensacional pela questão de game design, porque eu falo muito de game design no canal. E, realmente, você tem que pensar totalmente fora da caixa, porque até mesmo pegar o feedback deve ser mais complicado, né? Porque é bem mais difícil, por exemplo, você gravar um vídeo no YouTube de VR, né? Primeiro que, além de ser bem mais inacessível pras pessoas, poxa, você tem duas telas e você conseguir fazer isso enquanto grava é mais complicado. Tá, mas vamos falar um pouco aqui do teu game. Quando, onde e como eu posso poder jogá-lo, né? Ele funciona pra todas plataformas de VR? Eu vi ali que vocês tão com com o o do PlayStation VR, né? Vocês tão mais com o quê? Com Oculus Rift? Tá, onde eu posso jogar o seu jogo? Por quanto? Eu já posso jogar ele? Já tá à venda? Fala um pouco disso pra gente.
Então, a gente tá agora finalizando o jogo, tá na polimentos finais, né? Entrando QA e fazer QA da Sony, né? Fazer todo o polimento final de alguns bugs, mas o plano agora é janeiro, fevereiro, março. Não tem a data certa, mas é comecinho de 2018 com certeza agora. E já tá na Steam. Quem quiser seguir lá, já tem a página na Steam criada do jogo. É só colocar Pixel Ripped, R-I-P-P-E-D, e já tá lá a página. Quem quiser acompanhar pra quando sair lançamento. Na Steam você vai poder jogar Oculus, Vive. A gente vai tá lançando também PlayStation VR, que é na loja da PlayStation. PlayStation 4 que tá lançando no Brasil agora, né, em breve. Então, acho que é janeiro agora PlayStation VR vai lançar. Então, vão tá nessas plataformas primeiro, mas depois a gente também vai lançar pro Gear VR, da Samsung, e a gente tá agora começando a ver o Microsoft. Se o capacete o Mixed Reality da Windows, né? Pra ver pra otimizar pra eles também. Mas de primeira vai lançar PlayStation, Oculus e Vive.
Certo. Muito obrigado! Então, se você tem o VR, por favor, você tem que jogar Pixel Ripped!
Descrição do Vídeo
Tudo sobre o jogo:
http://www.pixelripped.com
Steam:
http://store.steampowered.com/app/577530/Pixel_Ripped_1989/
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